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14 de maio de 2014 - 06:19F1

Deu na mesma

BARCELONA | Não foi nada impressionante o ‘megafone’ que a Mercedes colocou no escapamento do seu carro nesta manhã aqui no Circuito da Catalunha. O barulho foi mais alto do que o dos outros carros, mas nada muito significativo — e Nico Rosberg nem chegou a andar muito rápido também, sua melhor volta na primeira hora do treino foi de 1min34s339.

Ainda bem que não fez tanta diferença assim, porque ia ser bem esquisito ver os carros com um buraco desse tamanho na traseira. Já bastam as protuberâncias dianteiras.

Sábado aconteceu uma reunião dos promotores dos GPs com 17 países representados e também com a presença de Bernie Ecclestone, que mostrou apoio à causa. O comunicado dizia que eles estavam preocupados em “manter a sensação única da F1″ em prol dos fãs. O líder da Formula One Promoters Association é Ron Walker, chefe do GP da Austrália, e que reclamou logo depois da primeira corrida do ano.

Eu escutei esses V6 turbo ao vivo pela primeira vez nestes últimos dias, e devo dizer que não é ruim como parece ser pela TV. Tampouco é ruim como tanta gente vem dizendo. Apenas não berra como berrava o V8.

E só de ouvi-los dá para perceber como o da Mercedes é melhor do que os outros. Emite um som mais potente. Ferrari e Renault não passam tanta confiança assim.

O automobilismo é engraçado. Quem vai a uma corrida do WEC fica impressionado com como o Audi e-tron é silencioso e anda na frente — barulhentos são os carros das classes GTE, bem mais lentos. Nos kartódromos, várias das categorias usam silenciadores nos escapamentos para reduzir o ruído. Em Campinas, o Kartódromo do Taquaral foi fechado porque os vizinhos reclamavam do barulho.

Para mim, reclamar tanto assim é bobagem. O povo gosta é de corridas boas, de pilotos disputando a vitória na pista, seja na F1, no DTM, na GP2, na Indy, na Nascar ou na Stock Car. Cada categoria tem seu jeito de ser e, vez ou outra, muda. Claro que a F1 precisa escutar o desejo dos fãs e, se a maior parte considerar realmente essencial, disser que só vai para a pista para ouvir o barulho, OK. Mas daqui a pouco todo mundo já se acostuma e aprende a apreciar o som desses motores também.

47 comentários

  1. Rafael disse:

    Não acho que o barulho seja o mais importante.
    Mas que aquele barulhão da F1 preenchia o autodromo de uma maneira especial, isso sim.

  2. Alessandro Silva disse:

    Pra mim o que importa são as corridas! Os pegas. As cores das baratas. O barulho faz parte, mas não é o mais importante. Aliás, ja estavam ficando meio fora de realidade. Assim como os V8 na StockCar Brasil. Nós não temos Sonic nem 308 V8 andando nas ruas, então porque na pista tem de ser tão diferente? Voltando a Fórmula 1, em 1983 tivemos uma mudança de V8 para 1.5l turbo e ninguém reclamou dom som porque os turbo eram mais velozes. Estes carros que aí estão, só não são mais velozes que os do ano passado por culpa das restrições aerodinâmicas e não por conta dos motores. A prova disso provavelmente será Monza, onde se espera que os carros ultrapassem os 370km/h, o que já não acontecia mais desde a saída dos V10.
    Outra coisa é o som do turbo. É simplesmente do caralho! Resumindo: eu to curtindo muito tudo isso.

  3. Anderson Pereira disse:

    Tava na cara que apenas esse funil colocado na saida do escapamento não iria mudar quase nada.
    Melhor colocar um sistema potente de som nos autodromos tocando o barulho dos carros do ano passado. Tipo uma claquete como nos programas de humor.
    Pede uma ajuda lá aos japoneses que fizeram uma homenagem ao Senna e produziram um som legal no autodromo de suzuka
    Agora o que importa mesmo é um maior equilibrio das forças. Ver os times brigando com um equilibrio de forças é mil vezes melhor que um som barulhento.

  4. Luiz eduardo disse:

    Essa discussão que estão fazendo em torno do barulho não faz o menor sentido. É só prá encher o saco. Ridículo seria esse megafone ou qualquer coisa que soe artificial.

  5. emerson57 disse:

    a diferença do “berro” não se deve ao fato dos motores serem turbo ou v6.
    é por conta da limitação do consumo de combustível, o que obriga a F1 a girar no máximo apenas 11.000 rpm.
    6 cilindros X 11000 rpm = 33 mil explosões.
    8 cilindros X 18000 rpm = 72 mil !

    • Bob disse:

      Grande matemática, realmente explica muito!

    • Alex disse:

      O pessoal tá de gozação mas você tem toda a razão, Percebe-se facilmente a questão do baixo giro quando a imagem é de dentro do carro e se tem a impressão (certeza) que o carro está limitado, é algo como acelerar um carro de rua com meio acelerador, a três mil giros no máximo e querendo que ele ganhe velocidade, não há redução de marchas que resolva. Além da limitação de giros ainda existe o tal do fluxo de combustível que limita ainda mais a ação do piloto no pedal da direita. Resumindo: acompanho a F1 desde os tempos do Fittipaldi (nunca perdi uma corrida sequer, seja em transmissão direta ou em vídeo) e nunca esteve tão chato. Nesta última cheguei a dormir e perdí umas 20 voltas, quando acordei não tinha mudado nada. Tá mal.

      • emerson57 disse:

        Alex,
        minha história é semelhante. no tempo do Emerson Fittipaldi eu pulava o muro para assistir ao vivo.
        não compreendi a gozação dos amigos.
        para mim a corrida continua interessante e tenho a impressão que em Spa e em Monza, pelo menos na classificação, os carros serão mais rápidos do que no ano passado.
        temos que ter em conta que os carros são muito mais complexos e estão apenas no início do desenvolvimento das novas tecnologias.
        fui a interlagos nas seis horas de SP e fiquei impressionado com os Audis. o único som que emitem é o dos pneus e do vento. e andam, muito! para mim não faz sentido o povo querer o grande berro dos motores anteriores para serem obrigados a usar protetores de ouvido.
        abraço.

    • HERBERT disse:

      A galera tá tirando um barato mas faz sentido sim. Compare o som de um 38 e de uma AK47. E aí compare a AK com uma Gatling…

      • emerson57 disse:

        se liberarem o consumo de combustível os carros passarão de 1200 hp com 15 mil rpm. (sem contar os motores elétricos)
        a “coisa” ficaria insana.

        “A galera tá tirando um barato”
        Herbert, ainda não descobri o porque da gozação dos amigos.
        talvez se alguma alma caridosa “desenhar” para mim….
        abraço.

    • Ivan disse:

      Falou tudo.. é o giro do motor e essa limitação de combustivel ..
      Acho que os pit stops deveriam voltar.. ta muito chato esse ano!

    • Thales disse:

      Emerson, a coisa é um pouco mais complexa do que só número de explosões. Veja que um motor de caminhão gira a menos de 3000 rpm e faz mais barulho que qualquer sedan com 6 ou 8 cilindros…

      Os F1 aspirados têm tubos de escapamento bem curtos e sem qualquer silenciador. Os V6 de agora têm o turbo pra abafar bastante esse ruído. E quanto mais eficiente o motor, menos ruído ele emite.

  6. Martinho disse:

    O Alessandro Silva falou tudo. Pra quem não está gostando, é simples, aumenta o som da TV, ou melhor, enquanto assiste a corrida, deixa a patroa com o aspirador de pó ligado.

  7. Paulo Z disse:

    Pra mim barulho importa sim!
    Muitos dos que não se importam é porque nunca escutaram o som de um V8/V10 pipocando reduzindo as marchas ou rasgando a reta! oooo maravilha da engenharia!!

  8. Fernando Monteiro disse:

    Para mim que passei pelos anos 70 ouvindo os motores V8DFV, os Ferraris plano de 12 cilindros, depois pela era turbo, a partir de 77 com os V6 de 1,5 litro da Renault e mais tarde já nos anos 80 com os Ferrari, Porsche e Honda, e os d 4 cilindros em linha da BMW e Hart, acho uma bobagem esse negócio de ruído. Quem gosta de automobilismo de verdade não liga para isso, e também achei ridículo o ” Kadron” da Mercedes. Na minha opinião é tudo bobagem…

  9. Sandro Oliveira disse:

    Tem que colocar uma ponteira com borboleta, como essa desse site:
    http://www.preciolandia.com/br/ponteira-escapamento-turbo-helice-cromad-7cejux-a.html
    Antigamente aqui na minha cidade o pessoal usava nos escapamentos dos carros, depois foi proibido, não sei por qual lei ou porquê, mas parece que tão usando muito em motos.
    Poderia ser uma alternativa rápida, de fácil instalação e que não afetaria o visual dos carros.

  10. Bob disse:

    Parabéns cara, vc acertou na mosca, seu comentário é excelente e a comparação com a WEC perfeita, já no ano passado que via a WEC ficava de queixo caído, pra mim a F1 está em evolução, lógico que correções virão .

  11. giovane disse:

    tem é que liberar o consumo de combustivel e o giro dos motores

  12. MarceloPOA disse:

    Legal é ver a globo nos anúncios mostrar os carros 2013 mas com barulho dos de 2013, Realmente, o barulho importa e é uma particularidade muito especial que a F1 não pode abrir mão.

  13. Alex disse:

    Além de não dar muita diferença no som, essa vuvuzela saindo da traseira do carro ficou estéticamente horrível…. O negócio é se conformar com esse barulho, não vai mudar tão cedo…

  14. Sanzio disse:

    “Quem vai a uma corrida do WEC fica impressionado com como o Audi e-tron é silencioso e anda na frente”
    É nessa tecla que venho batendo desde o começo.
    E digo mais: Se barulho fosse chamariz para público, coitada da Formula E….

    • NFS disse:

      Impressiona o fato dele andar na frente, mas nem por isso quer dizer que seja divertido assisti-lo correr… e a Formula E acho que não vai durar muito, carrinhos de controle remoto gigantes correndo, quero só ver audiência que isso vai dar.

  15. Renato de Mello Machado disse:

    O negócio é o seguinte,quem já ouviu o barulho dos V8 ,acha estranho é com se você fosse a um show e a música fosse baixa.Agora também tem quê ver qual o barulho quê nos queremos ouvir.No meu caso eu queria quê fosse algo assim como uma turbina de avião com aquele assovio,é claro quê guardada as devidas proporções.

  16. JONAS disse:

    Falou tudo. Tá na hora dos chorões mudarem o discurso.

  17. Al disse:

    Tá dito!
    Concordo em gênero, número e grau.
    Quer barulho, compra um Fiat 147 com escapamento kadron.
    Barulho é potência jogada fora. A potência tem que ser usada para mover o carro, não meus tímpanos.
    Quando fui em Interlagos, dava para ouvir o som de um carro que subia no lado oposto onde eu ficava. Não sei como a vizinhança do autódromo aguentava aquilo. Não quis ir lá por causa do barulho, mas porque F1 é muito legal, apesar do barulho que fazia.
    Bonito mesmo é um Audi E-Tron assoviando baixinho e passando como um raio na reta, um verdadeiro caça stealth de 4 rodas.

  18. Relampio disse:

    Eu também não me importo com o volume do ronco dos carros. Estou mais preocupado com a qualidade das corridas. E se for pra falar só de som, o que vc prefere? Funk no último volume, ou música clássica em baixo volume? Ainda não ouvi os novos turbos “em pessoa” pra fazer qualquer julgamento, mas vi uma Lotus de 1985 andando na pista (que assim como os atuais, era um V6 turbo), e o ronco, apesar de não ser alto e estridente como os motores recentes da F1, era suave, melodioso, lindo. Preenchia o ambiente de uma forma diferente.

    Acho que o pessoal tava muito acostumado com o som agudo dos aspirados, e tem que reaprender a apreciar um ronco diferente.

  19. Renato disse:

    O problema não é a altura, mas a frequência do ronco. O V8 berrava numa frequência maravilhosa, perto do zumbido de uma mosca, mas era incomodamente alto, E falo isso porque trabalho como comissário da F1 em interlagos, num trecho a poucos metros dos carros em aceleração plena, totalmente impossível escutar o que falávamos no rádio nos tempos de V8. (não vejo a hora de escutar esses novos motores este ano, tomara que não mudem nada até o GP). A melhor solução seria liberar uma rpm maior para aumentar a frequência. Os 15kRpm atuais são muito poucos para um bom ronco, e olha que a proposta inicial era de 12kRpm, depois aumentada por solicitação das equipes,

  20. Cristiano disse:

    tá de sacanagem comigo……….

  21. Cristiano disse:

    já penssaram que tem a ver com a quantidade de escapamento?

  22. Anderson disse:

    Não achei o barulho ruim? É o avanço da tecnologia. Mas essa história de colocar um amplificador apenas p/ fazer mais barulho foi o cúmulo.
    Se for p/ fazer barulho, que seja com emoção! Que voltem os antigos V10 do final da década de 1980. Tudo resolvido.

  23. Giuliano SPFC disse:

    Já comprei meu ingresso desse ano, realmente não ouvir o barulho pela TV tá dando sono, mas como ainda não ouvi ao vivo, vou deixar para a corrida em Novembro, mas que está esquisito pela TV, isso tá, lembro que Bruno Senna pilotou uma Lotus turbo do Ayrton em Interlagos e o som era bem parecido com o dos aspirados, bonito de se ouvir, imagino que as atuais traquitanas elétricas estão abafando o som!!!

  24. kaue disse:

    Escreve “barulho” ao invés de “ronco”, já sei que é otário.

    E esses ronquinhos mixurucos fizeram a F1 perder cerca de 85% da graça. Que já não era lá muita desde o começo dos anos 90.

  25. marcelo disse:

    Quem disse que não tem ronco bom na F-1 atual? Já ouviram o ronco do Pace Car? Como diriam no Flatout…FODÁSTICO.

  26. Thiago disse:

    Reduções de custos e preocupação com o meio ambiente foram o que contribui para o banimento dos V10 no ano de 2006, mas se levarmos em conta que um grid tem no máximo 25 carros se não me engano, o consuno de todos eles juntos durante as 2 horas de corrida emite a mesma quantia de monóxido de carbono que 2 turbinas de um simples jato comercial durante uma hora de uso, quantos jatos voam pelo mundo ao mesmo tempo que uma corrida está sendo exibida? Ok, custos: Tudo de novo que temos em nossos carros mais modernos de hoje, ou até mesmo vindo de épocas mais remotas (anos 80 e 90) foram um dia testadas nos bólidos da F1…claro, devemos sim nos preocupar com o meio ambiente, mas tirar o prazer de se ouvir um super motor V8,V10 ou até os antigos V12 é indescritível, falar sobre tecnologia do WEC, com os Audi e-tron, legal…mas um dia deixará de ser interessante, pois nos seres humanos gostamos de emoção e a audição é um sentido que nos evoca isso !!!
    Deixem os motores “mudos” para as corridas de longa duração !!
    O que são 2 horas de gritaria automotiva a cada 2 semanas?

  27. NExT disse:

    Aumentaram tanto a sensibilidade (intensidade) da captação de som no GP da Espanha que a toda hora escutava o “cantar” dos pneus nas frenagens, algo raro de se escutar nas transmissões.
    Realmente com esta limitação de gases (epa!) – limite de giros, pequena cilindrada, 6 cilindros – e ainda turbocompressor abafando o som, terão que colocar um “chupa-cabra” pra resolver (ou levem o turbocompressor do coletor para a ponta do escapamento) hahaha, só não precisam colocar “pente” na turbina, pois os turbocompressores dos F1 já “assobiam” o bastante.

    Chupa-cabra: http://www.youtube.com/watch?v=KzXvWdjzzDg#t=30
    Turbina com pente: http://www.youtube.com/watch?v=2XClxVQ-Lnc

    Esta coisa de som abafado já chegou nos automóveis de passeio com a Audi e BMW simulando o som dos motores (virtualizando) nos sistemas de áudio/multimídia. Daqui a pouco compra-se o automóvel e escolhe o MP3 do automóvel favorito (ou de alguma nave do Star Wars)…

    Por falar nisto, podem levar o som de mentira para a F1 assim:
    http://www.youtube.com/watch?v=Pblbvr9b21k
    http://www.youtube.com/watch?v=q5FwsIkJCXU#t=90

    Só ajustar o tom conforme o freguês desejar :D

  28. Laercio disse:

    Essa solução é igual a tomar perfume pra ver se melhora o cheiro da b.osta………mesmo perfumada….vai continuar uma B.osta….e a F1 ta uma b.osta.

  29. Antônio disse:

    Se o ronco não importa, então logo, os atuais motores podem ser substituidos por motores elétricos…

  30. Pedro Jungbluth disse:

    o “megafone” não aumenta a intensidade do som, apenas o seu alcance. Existem escapamentos com som especial no mundo inteiro, e fico impressionado que engenheiros da F1 façam algo tão pouco pensado.
    O que se deveria fazer é um simples “box” final, deixaria o som mais grave e emocionante.
    Mas a intensidade em si é impossível com menos cilindros e menor cilindrada, além da rotação menor, que pra mim é o fator que mais reduziu a qualidade do som.

    Imagino que ao vivo não seja tão ruim. Mas mostra como apesar dos bilhões investidos da F1 por diversas empresas, as coisas as vezes são muito impensadas.

    As fábricas queriam um motor mais moderno para mostrar tecnologia e o velho marketing ecológico, que é algo meio falso mas é levado muito a sério.

    Criaram o projeto dos motores 1.6 4 cilindros turbo, mas eles seriam muito caros de se adaptar, além que a Ferrari chiou por serem 4 cilindros. Então escolheram o V6, o que acabou com boa parte da revolução da idéia.

    Oras, se vai usar motores com mesmo diâmetro e curso dos antigos V8, pra que reduzir tanto a rotação? 4 mil rpm a menos é algo assombroso e claro que não daria bom resultado. Mas parece que ninguém pensou nisso até ver os motores montados. Aliás, quem falava nisso desde 2012 era o Ecclestone…

    O motores tiveram redução de consumo de 33%. Por que não aumentar o desempenho com mais rotação e deixar o turbo menos atuante? Os motores não teriam o problema do fluxo de combustível e nem aquele torcão esquisito em baixa que não combina nada com esporte automotivo.

    Essa história do megafone é a cereja no bolo desse monte de atitudes impensadas. O que se deve investir, em prioridade, é em como o som é captado e transmitido para a TV, algo que não era tão importante ano passado. E se querem tanto melhorar o ronco, invistam em box que torne as ondas com menos frequência e mais volume.

    • NFS disse:

      Creio que forma de captação do som não importa, já que o problema está na fonte:

      https://www.youtube.com/watch?v=jS4Dh_EAfJI

      Esse vídeo deixa claro a diferença absurda. Enquanto houver limite de giro e essa palhaçada de quem economiza mais combustível nada vai mudar. Pra piorar as corridas que estavam interessantes começam a ficar chatas de novo.

  31. Marcos Freitas disse:

    Eles deveriam ter mantido os V8, mas com cilindrada menor, e colocar os turbos. Um V8 turbo ficaria bem mais legal.

  32. Nilton disse:

    Meu Deus…, quando eu começo a achar que já vi todo tipo de idiotice me aparece uma ideia escabrosa dessas!!! Que coisa mais ridícula!!! Bom, mas vindo do Bernie o que mais se poderia esperar…

  33. Marcos Freitas disse:

    Um V8 1.6/1.8/2.0l com o turbo ficaria bem legal. E, mesmo com uma limitação ainda maior na rotação, teria um som muito melhor.

  34. Barroso disse:

    O problema não é o volume do barulho dos motores da F1, mas seu timbre. Perdeu aquele barulho diferente, estridente, “ardido”, para ter um barulho parecido com o de um carro comum.

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